segunda-feira, maio 15, 2006

MÚSICA DO DIA

Teatro dos Vampiros
(Legião Urbana)

Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
Esses dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais nunca é o bastante
A primeira vez, sempre a última chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos
Vamos sair
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão
Procurando emprego
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas
Vamos lá
Tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer essa noite
Ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e artilharia
Comparamos nossas vidas
Esperamos que um dia nossas vidas possam se encontrar
Quando me vi tendo de viver
Comigo apenas e com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu
Homem feito
Tive medo e não consegui dormir
Vamos sair
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão
Procurando emprego
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa envelhecemos dez semanas
Vamos lá
Tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer essa noite
Ter um lugar legal pra ir
Já entregamos o alvo e artilharia
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim
Não tenho pena de ninguém.

sábado, maio 06, 2006

INTRUSO

O raio de luz atravessa a neblina
na alegria morta que irrita a retina
devasta a escuridão, o clarão se aproxima
na luz insensível
na velocidade invisível
abre caminho ao novo de novo
para os mortos não verem causa, só efeito
e reclamar do iluminado sujeito
a tostar os vermes em suas tumbas
- Quem ousa entrar em nossas catacumbas?
- Mensageiro do dia! Da vida que o dia não adia!
- Aqui a vida só decompõe.
Errado. Não há lugar onde a vida não se compõe.
- Voltem a dormir, infinito é meu partir.

Sem parar e se explicar
sabe não ser bem quisto em qualquer lugar
adorado, perseguido
desdenhado e temido
vai-te embora, amigo
seja leve, não me leve
leve nada contigo
enquanto brilha em profusão
disfarça a própria solidão
condena o mesmo que contém
em sentido inverso, que não vem
esvai no infinito além.

domingo, abril 09, 2006

UEBA! Domingo livre!
Quer dizer, quase. Li um capítulo pra segunda-feira e ainda preciso exercitar alemão, porém nada que dê grande preocupação. Fim de semana assistindo “O Poderoso Chefão”. Enchi os pneus das bicicletas, talvez pedale hoje...
O certo é que escrevo para colocar meu sítio em dia. Não sei quando voltarei a escrever. Passei cinco anos sem precisar elaborar trabalho e fazer lição, custa pegar um ritmo de estudo. Nunca precisei disso antes.



COLOCANDO AS ABOBRINHAS NA FEIRA:

Ai, ai, ai! Carrapato não tem pai!
E o Brasil não tem Carequinha para lembrar que o bom menino não faz xixi na cama.

O Brasil foi pro espaço! Plantou feijão no algodão.
O Brasil voltou do espaço! Continua a corrupção.
Engolimos pizzas com pitadas de desilusão. Algum palhaço acreditou que dessa vez haveria justiça? Algum palhaço acreditou que limpariam a sujeira, colocariam a casa em ordem?
EEEEEEEEU!
Também acreditei que José Serra seria prefeito de São Paulo durante quatro anos. Sou uma palhaça feliz. Conscientemente enganada.

A páscoa se aproxima! Época em que doar sangue é poético. Ao menos penso assim. Dessa vez posso doar bem no tempo de páscoa – os católicos comemoram quatro domingos a ressurreição de seu Deus. Basta colocar a rotina nos eixos e estenderei o braço. Doar sangue dá sorte, já escrevi sobre isso.



Como não sei quando volto, deixo uma música para quem passa. Quem canta ultimamente é Zélia Duncan e Simone, se não me engano. Prefiro a versão original do Mosca no CD Tudo Novo de Novo.


A IDADE DO CÉU

Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol
No jardim do céu

Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

segunda-feira, abril 03, 2006

MI QUERIDO DIARIO

Essa semana deu problema no telefone de casa e num teve abobrinha sexta passada.
Por outro lado existe uma porrada de lição acumulada.